Um laudo contratado pela defesa de Daniel Vorcaro identificou 999 arquivos modificados no celular do ex-banqueiro após a apreensão do aparelho pela Polícia Federal (PF). O documento não identifica os responsáveis pelas alterações nem conclui que houve “adulteração deliberada”.
A perícia aponta que 657 arquivos foram modificados em 18 de novembro de 2025, horas depois da prisão de Vorcaro no Aeroporto de Guarulhos. Na mesma data, outros 436 arquivos foram criados. Entre os registros de alteração está o banco de dados do WhatsApp, com histórico de conversas e chamadas.
O relatório também identificou 207 eventos de tela, 33 ativações da câmera frontal relacionadas ao reconhecimento facial e quatro registros de criação ou alteração de senhas durante a custódia da PF.
Os demais arquivos modificados incluem dois registros de 23 de novembro de 2025 e outros 340 com datas entre 13 e 14 de maio de 2026.
As informações são da CNN Brasil.

