O secretário de Mobilidade de Salvador (Semob), Pablo Souza, afirmou nesta quarta-feira (28) que a colagem de adesivos eleitorais nos ônibus atrasou a saída dos veículos no segundo turno, realizado no domingo (25). Em entrevista a Rádio Baiana FM (89.3), ele classificou a prática como um “pedágio do adesivaço”.
Segundo o secretário, apoiadores do presidente Lula interrompiam a circulação dos coletivos durante a madrugada para colar materiais de campanha. A prática configura propaganda eleitoral irregular.
“Eu tomei conhecimento dessa ação de adesivaço, que eu comparei a um pedágio do adesivaço, tá? Pedi à minha equipe que fosse às garagens, eles negociaram com os apoiadores que estavam fazendo o adesivaço”, declarou.
Após a negociação, ficou acordado que os ônibus poderiam sair com os adesivos, mas sem interrupções na circulação, segundo Pablo Souza. O secretário afirmou que a situação provocou “um grande impacto operacional”.

