O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou taquicardia e falta de ar em 2 de outubro, segundo boletim médico enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com o documento, os sintomas duraram pouco e tiveram melhora espontânea, sem novos episódios registrados ao longo da semana.
Assinado pelo cardiologista Brasil Ramos Caiado, o boletim informa que Bolsonaro está bem e mantém estabilidade cardiorrespiratória. Apesar disso, o médico relata a persistência de efeitos colaterais das medicações, incluindo instabilidade crônica no equilíbrio corporal e sonolência durante o dia.
Condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo sobre a trama golpista, em setembro de 2025, Bolsonaro cumpre pena em regime domiciliar desde março deste ano, por questões de saúde. A defesa retirou um recurso que pedia a suspensão da prisão. Um novo pedido de revisão criminal terá como relator o ministro Kassio Nunes Marques, que já analisa outra solicitação relacionada à condenação.

