A defesa do ex-presidente Fernando Collor de Mello explicou ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, que a tornozeleira eletrônica utilizada durante sua prisão domiciliar ficou desligada por 36 horas devido à falta de bateria. O desligamento ocorreu entre 9h05 do dia 2 de maio e 21h23 do dia 3, nos primeiros dias de cumprimento da pena.
Segundo os advogados, o episódio “não passou de um incidente involuntário” e não houve intenção de descumprir as medidas cautelares.
“Não há qualquer razão plausível para se cogitar que o peticionante, beneficiado com a prisão domiciliar humanitária, descumpriria intencionalmente as medidas já no primeiro dia”, alegou a defesa.

