O coronel Sturaro, coordenador da Guarda Municipal, comentou nesta quarta-feira (29), durante entrevista ao programa Expresso do Dia, sobre a megaoperação policial que deixou dezenas de mortos no Rio de Janeiro. Ele destacou que, embora os envolvidos estejam armados, cada um fez escolhas de vida que determinaram seus caminhos dentro do crime.
Questionado sobre críticas de artistas como Oruam, que disse que “atrás de quem está segurando um fuzil, tem um ser humano”, e do comediante Matheus Buente, que questionou a letalidade da operação ao perguntar “qual foi a última vez que o tráfico matou 60 pessoas de uma vez?”, Sturaro afirmou que muitos que criticam a ação dependem diretamente da atuação policial e reforçou que os mortos escolheram o caminho do crime, com consequências inevitáveis. Segundo ele, os policiais atuam para proteger a população e manter a ordem, mesmo diante de situações complexas e arriscadas.
O coronel também lembrou que os próprios policiais são seres humanos, com famílias, crenças e experiências diversas, reforçando que a atuação policial envolve responsabilidade e consciência sobre a vida. Ele reiterou que, se houve 60 mortes, são 60 vidas, mas que muitas dessas pessoas escolheram caminhos ligados ao crime, com consequências inevitáveis. “Claro que, se houve 60 mortos, são 60 vidas. Mas as pessoas perdem as suas vidas por opção. Porque, se tivessem escolhido outro tipo de atitudes para suas vidas, a vida não retornaria para elas as consequências das escolhas que fizeram”, comentou.
Alan Robert é jornalista, formado pela Faculdade de Tecnologia e Ciências – UNIFTC. Seu primeiro contato com a política foi por meio do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação das Universidades Públicas Federais no Estado da Bahia – ASSUFBA. Atualmente, atua como jornalista de entretenimento e política nos portais Alvo dos Famosos e Aqui Só Política com Cintia Kelly.

