Após a suspensão de três meses imposta ao deputado bolsonarista Gilvan da Federal (PL-ES), lideranças do PL na Câmara passaram a exigir que parlamentares da esquerda também sejam punidos. A legenda alega falta de equilíbrio na aplicação das regras do Conselho de Ética e cobra medidas semelhantes contra opositores.
Gilvan foi o primeiro deputado punido com base nas novas regras anti-baixaria da Câmara, sem que o caso fosse levado ao plenário. A suspensão foi motivada por ofensas à ministra Gleisi Hoffmann e por uma briga com o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), durante sessão da Comissão de Segurança Pública. A decisão teve apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

