Gilvan foi alvo da medida após pedir a morte do presidente Lula (PT) durante uma sessão plenária em abril; a punição foi aprovada na terça (6) pelo Conselho de Ética, com 15 votos favoráveis e quatro contrários
O embate começou após Gilvan, que recentemente desejou a morte do presidente Lula, chamar o petista de “descondenado” e acusar o governo de “importar” corruptos