O ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, afirmou que os R$ 5 milhões doados por pessoas próximas às campanhas de Jair Bolsonaro (PL) e Tarcísio de Freitas (Republicanos) em 2022 foram negociados por meio de propina.
Segundo Vorcaro, em sua proposta de colaboração premiada, as doações foram tratadas com Gilberto Kassab (PSD) como garantia para a manutenção do Credcesta no futuro governo de São Paulo. A operação do cartão consignado para servidores públicos havia sido autorizada durante a gestão de João Doria (PSDB).
As articulações, de acordo com a delação, foram conduzidas por Augusto Lima, responsável pela expansão do Credcesta.

