Cinco agências de publicidade concentram a maior parte da verba de propaganda do governo federal em 2024, recebendo R$ 755 milhões dos R$ 966 milhões empenhados para campanhas institucionais. A Nacional Comunicação lidera o ranking, com R$ 225 milhões, seguida por Calia, Nova, Propeg e DeBrito. A distribuição segue o modelo de gestões anteriores, como a de Jair Bolsonaro, em que poucas empresas também dominaram os recursos.
A maior parte da verba vem da Secretaria de Comunicação da Presidência e do Ministério da Saúde, que juntos respondem por mais de 70% dos investimentos. As agências foram selecionadas via licitação e disputam entre si para cada campanha contratada. Estima-se que, considerando ministérios, bancos e estatais, os contratos de publicidade federal cheguem a R$ 3,5 bilhões no governo Lula.

