O Tribunal Superior Eleitoral aprovou na manhã desta quinta-feira (26), por unanimidade, a criação da federação “União Progressista”, formada por União Brasil e PP, com validade para as eleições de 2026.
A relatora Estela Aranha afirmou que os partidos atenderam a “todos os requisitos formais”, mas determinou ajustes no estatuto.
Segundo a Corte, dois trechos deverão ser alterados por conflito com decisões do TSE e do Supremo Tribunal Federal: o que permite recondução infinita de dirigentes e o que prevê intervenção do comando nacional em direções locais sem ampla defesa.

