As apurações, autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a partir do fim de julho, envolvem suspeitas de tráfico de influência e corrupção em benefício de empresas junto ao governo federal
O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante, argumenta que a mudança visa equiparar o benefício ao concedido a servidores públicos, que podem tirar até três anos de licença não remunerada