Decisão do ministro do STF ocorreu após relatório do TCU apontar indícios de irregularidades em R$ 55,4 milhões de transferências especiais realizadas entre 2020 e 2024.
Ministro do STF afirmou que recursos federais não podem ficar sem fiscalização e que apenas o TCU tem competência para julgar as contas das emendas Pix.
A cobrança determinada por pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, inclui a intimação da Secretaria de Relações Institucionais (SRI) e do Ministério da Fazenda (MF)
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