O PDT pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que reveja a decisão do ministro Gilmar Mendes que barrou, por enquanto, uma nova candidatura de Carlos Muniz (PSDB) à presidência da Câmara Municipal de Salvador (CMS).
No recurso apresentado na quinta-feira (22), a legenda argumenta que Muniz assumiu o cargo em 2022 como sucessor de Geraldo Júnior (MDB), eleito presidente da Casa e que renunciou para ocupar a vice-governadoria da Bahia. Por isso, o partido sustenta que aquele período não deve ser contabilizado como mandato de Muniz.
Enquanto a disputa judicial segue, Alexandre Aleluia (Novo) reuniu, nesta sexta-feira (23), o apoio de 30 dos 43 vereadores da Câmara para concorrer à presidência, incluindo integrantes do PDT e do PSDB, partido de Muniz.

