O tenente-coronel Mauro Cid solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) perdão judicial ou uma condenação mínima de dois anos na ação penal que apura a tentativa de golpe de Estado. O pedido foi feito nas alegações finais apresentadas nesta terça-feira (29) por sua defesa.
Os advogados afirmam que Cid foi o único do grupo a colaborar efetivamente com a Justiça, mesmo em ambiente “hostil e antidemocrático”. A defesa também critica a Procuradoria-Geral da República (PGR) por não reconhecer o benefício completo da delação premiada, argumentando que ele não deveria ser punido por não colaborar de forma “perfeita e integral”.

