O ex-ministro e presidente do PL na Bahia, João Roma, rebateu neste domingo (25) a associação do bolsonarismo a episódios de violência política. O dirigente defendeu o diálogo entre adversários e afirmou que o Brasil precisa de “paz e serenidade”.
“É lamentável você pegar a política que, ao meu ver, é um avanço da nossa sociedade, e estar diminuindo a política, como se vê inclusive, tanto a esquerda quanto a direita, pessoas querendo dividir o nosso Brasil, pessoas querendo buscar posturas radicais, além de qualquer medida do diálogo”, declarou.
Roma também acusou o PT de disseminar mentiras e criticou a atuação do senador eleito Rui Costa (PT). Segundo ele, a falta de atenção do Estado contribui para a circulação de armas ilegais e o avanço do crime organizado na Bahia.
“É fundamental que a gente tenha assim paz e serenidade, é isso que o Brasil precisa, agora com medidas objetivas que possam propiciar isso, não com mentiras, como tem sido a prática do PT”, afirmou.
A declaração de João Roma ocorre após o senador eleito Rui Costa (PT) afirmar que a violência está no “DNA do bolsonarismo”. A fala foi feita neste domingo (25), após a vereadora Iara Pimentel (PT), de Montes Claros (MG), ser atingida por pedras, tijolos e outros objetos durante uma carreata em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na noite de sábado (24). A parlamentar sofreu ferimentos no rosto e precisou ser socorrida pelo Samu.

