O presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, Edson Fachin, criou um grupo de trabalho para realizar um pente-fino nos chamados penduricalhos pagos a magistrados em todo o país. A informação foi divulgada pelo G1 e prevê que a comissão apresente, em até seis meses, propostas voltadas à padronização, transparência e previsibilidade das parcelas remuneratórias no Judiciário.
O grupo terá a missão de mapear verbas remuneratórias e indenizatórias pagas pelos diferentes ramos da Justiça, identificar possíveis distorções salariais e fortalecer o cumprimento do teto constitucional do funcionalismo público. A iniciativa também busca estabelecer critérios mais rígidos para a concessão desses benefícios, ampliando a transparência e a uniformidade das regras aplicadas aos magistrados.

