Com a recondução à presidência da Câmara Municipal de Salvador, o vereador Carlos Muniz (PSDB), depois de dois anos, exonerou nomes ligados ao vice-governador Geraldo Jr (MDB), que comandou o Legislativo até 2022.
Antes de deixar o Legislativo, Geraldo ‘amarrou’ contratos que não permitiam, por exemplo, Muniz deixar a gestão com suas digitais. Agora, o assunto muda de figura. Em uma edição extra do Diário Oficial, o tucano exonerou 24 comissionados em funções estratégicas.
Em contrapartida, nomeou dez pessoas ligadas a ele. Apesar de as exonerações e nomeações terem sido publicadas na edição do Diário dessa segunda (6), o ato é retroativo ao dia 1º.
Na decisão foram exonerados membros da equipe de cerimonial, assessoria de infraestrutura, tecnologia de informação, comunicação e secretária de gestão de pessoas.
Entre os nomes estão Maria de Fátima dos Santos, que atuava como secretária particular da Presidência; Gerson Fernandes Filho, assessor chefe do Memorial; e Tatiana Almeida Juca, assessora de gestão de pessoas. No DOL, o presidente já nomeou os substitutos para parte dos cargos abertos neste novo mandato. Entre as dez nomeações estão Jilvania Barreto Andrade, na secretaria de gestão de pessoas, e Aldemira Cunha Viana, na assessoria especial do Gabinete da Presidência.
O primeiro mandato de Muniz teve início com a saída de Geraldo Jr. presidente da Casa, para assumir o mandato como vice-governador. Com a eleição da chapa Jerônimo/Geraldo, Muniz ascendeu à presidência em dezembro de 2022.

