O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a defender os presos pelos atos de 8 de janeiro de 2023 e criticou o que chamou de “contraste” no tratamento dado a eles em comparação com militantes da esquerda armada do período da ditadura militar. Em publicação nas redes sociais nesta segunda-feira (12), Bolsonaro afirmou que “mais de 2 mil pessoas foram presas, muitas sem antecedentes criminais”, e que algumas “jamais pegaram em armas”.
“Compare-se isso à realidade vivida por cidadãos comuns que estiveram nos protestos de 8 de janeiro”, escreveu apontando disparidade. Ele também disse que “não há evidências concretas de envolvimento direto em atos de vandalismo de algumas das pessoas condenadas” e questionou: “como explicar que um militante que participou de sequestros […] receba indenização vitalícia do Estado, enquanto um pai de família que protestava em Brasília enfrenta 17 anos de cadeia?”.
Confira o post:
– Dois pesos, duas medidas: o contraste entre os anistiados da esquerda armada e os presos do 8 de janeiro.
– Desde a promulgação da Lei nº 10.559/2002, o Brasil já destinou mais de R$ 3,4 bilhões em dinheiro público para reparações de pessoas “perseguidas” entre 1946 e 1988 -… pic.twitter.com/IWY3eb0BqW
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) May 12, 2025

