O senador Jaques Wagner (PT-BA) afirmou, nesta quinta-feira (1º), que acredita na vitória do governador Jerônimo Rodrigues (PT) ainda no primeiro turno das eleições e na reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Durante atos de campanha realizados em Juazeiro e Senhor do Bonfim, no norte da Bahia, o parlamentar convocou a militância petista a intensificar a mobilização nos últimos dias antes da votação, marcada para domingo (4).
Ao discursar para apoiadores, Wagner fez uma previsão sobre o resultado das disputas presidencial e estadual e pediu que os presentes buscassem novos votos na reta final da campanha.
“O pessoal diz que eu sou bruxo, então vou avisar: Jerônimo vai ganhar no primeiro turno no domingo e Lula vai ser reeleito”, afirmou Wagner.
A declaração ocorreu durante uma agenda voltada à mobilização eleitoral no interior baiano. Além de defender as candidaturas de Lula e Jerônimo, Wagner pediu apoio à sua própria candidatura ao Senado e à do ex-ministro Rui Costa (PT).
Durante os discursos, o senador orientou os apoiadores a apresentar as realizações dos governos petistas como argumento para conquistar votos. Wagner também criticou a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e defendeu que os eleitores comparem as políticas públicas implementadas pelas duas administrações.
“Nós temos muitos argumentos. Chamem as pessoas e peçam que elas comparem os governos de Lula, tudo o que foi feito, com os quatro anos em que Bolsonaro não trouxe nada para a Bahia e ainda tentou atrapalhar o governo de Rui Costa”, disse.
Ao pedir votos para Jerônimo Rodrigues, Wagner também apresentou números relacionados às ações do governo baiano nas áreas de educação e saúde. O senador mencionou 740 escolas de tempo integral, 15 novos hospitais e 27 policlínicas regionais, números apresentados durante os atos como parte do balanço das administrações petistas no estado.
Além da disputa pelo Governo da Bahia, o senador dedicou parte dos discursos à eleição para o Senado Federal. Wagner pediu votos para o ex-ministro Rui Costa (PT) e para sua própria candidatura, argumentando que a eleição dos dois permitiria ampliar a presença de parlamentares alinhados ao presidente Lula no Congresso Nacional. Segundo o senador, a formação de uma bancada aliada ao governo federal seria importante para a tramitação das propostas defendidas pelo presidente durante um eventual novo mandato.

