Com o fim do dilema envolvendo Angelo Coronel, o governo busca outra arenga. agora, fala-se na possibilidade de o Avante ficar com a vice. A legenda, vitaminada com o apoio do ministro Rui Costa, tem 70 prefeitos. Número superior ao do MDB, que ocupa o espaço e quer se manter na chapa.
Diante de mais um impasse, o Conselho Político se reúne nesta quinta. O encontro deve amenizar os ânimos ou jogar de vez combustível. O MDB não aceita ser limado da chapa. Menos ainda aceita escolher um nome em detrimento do de Geraldo Jr.
Em conversa com este site, o ex-ministro Geddel Vieira Lima afirmou que será uma “violência”, caso o MDB e Geraldo sejam alijados da chapa.
Ele lembrou o apoio do partido à candidatura de Jerônimo, em 2022, quando o então candidato patinava nas pesquisas.
O emedebista, que não irá participar da reunião do conselho porque estará em São Paulo, almoçou com Jerônimo na terça. No cardápio, Geddel mandou a real. O MDB não aceita ser excluído da chapa.
Caso seja defenestrado, o partido pode escolher outro caminho. Qual? Geddel não diz. Por ora.

