A vereadora de São Paulo, Amanda Vettorazzo (União Brasil), tem liderado um movimento que busca proibir apresentações artísticas financiadas com dinheiro público que façam apologia ao consumo de drogas e ao crime organizado. O projeto de lei, batizado de “PL anti-Oruam”, propõe combater músicas que fazem apologia a criminosos e líderes de facções, como é o caso das produções feitas pelo rapper Oruam, filho de Marcinho VP, líder do Comando Vermelho.
“Abriram as porteiras para que rappers e funkeiros começassem a produzir músicas endeusando criminosos e líderes de facções”, disse a vereadora sobre as musicas de Oruam e outros rappers. Ela também criou um site com o nome e fotos do rapper para incentivar a criação de projetos semelhantes em outras cidades do Brasil.
Projetos semelhantes também já foram protocolados em outras capitais, como Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Fortaleza, Curitiba, Porto Alegre e Natal.

