A superfederação entre PP e União Brasil, a ser anunciada nesta terça-feira, almeja um papel de destaque na eleição presidencial e na formação de chapas para deputado. No entanto, enfrenta conflitos internos em vários estados e na cúpula, com disputas pela liderança e divergências políticas. Como mencionado, ‘O posto estava apalavrado para o ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP). Com isso, parlamentares afirmavam nesta segunda (28) haver a possibilidade, inclusive, de a federação ser anunciada sem presidente.’
A intenção é ser o grupo mais forte do Congresso, com 109 deputados federais e 14 senadores, além de ter a maior parcela dos fundos partidário e eleitoral e o maior tempo de propaganda eleitoral na TV e rádio. A nova agremiação será apelidada de União Progressista e obrigará ambos a atuar juntos nas eleições por quatro anos.

