A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta semana para manter como réus os deputados federais Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e o suplente Bosco Costa (PL-SE), acusados de organização criminosa e corrupção passiva em um suposto esquema de manipulação de emendas parlamentares.
O relator do caso, ministro Cristiano Zanin, destacou que as defesas não conseguiram refutar os indícios apresentados pela Procuradoria-Geral da República (PGR), o que justifica a continuidade da ação penal. O entendimento foi acompanhado pelos ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino.
Segundo a denúncia, Josimar Maranhãozinho seria o líder da organização criminosa, responsável por coordenar a destinação das emendas. O processo teve origem em 2020, após o então prefeito de São José do Ribamar (MA), Eudes Sampaio, denunciar uma cobrança de 25% sobre valores de emendas destinadas à área da saúde no município.

