O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), José Hiran Gallo, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma manifestação sobre a abertura de sindicância para apurar o atendimento médico prestado a Jair Bolsonaro (PL) após uma queda sofrida pelo ex-presidente na cela da Superintendência da Polícia Federal.
No documento, Gallo afirmou que o CFM não teve a intenção de intervir na execução da pena nem de exercer competência correicional sobre a Polícia Federal. Segundo ele, a decisão de instaurar a sindicância ocorreu após o recebimento de quatro denúncias, sem qualquer juízo antecipado sobre os fatos.
A manifestação foi apresentada após o ministro Alexandre de Moraes declarar nula a determinação do CFM para abertura da investigação.

