O líder do PT no Senado, Jaques Wagner, afirmou nesta quinta-feira (27) que, apesar de não se deixar influenciar pelos resultados de pesquisas eleitorais, as pesquisas devem ser encaradas como ferramentas de trabalho para governos, independentemente dos números apresentados.
“Você já me conhece, sobre pesquisa, eu nem fico muito alegre com pesquisa boa, nem fico triste com pesquisa não tão boa. Pesquisa é uma ferramenta de trabalho para os governos. Se a pesquisa está ótima, você vê o que está bom, o que está ruim conserta. Se a pesquisa não está tão boa ou está ruim, você vê o que não está colando do que você está fazendo para consertar”, disse Wagner amenizando último levantamento.
O senador também relembrou o histórico de eleições passadas, citando que os ex-governadores Rui Costa (PT), ele próprio e Jerônimo Rodrigues iniciaram suas campanhas com baixos índices nas pesquisas e, mesmo assim, venceram. “Em janeiro de 2005, Jaques Wagner tinha 2%; em janeiro de 2014, Rui tinha 3%; e em janeiro de 2022, Jerônimo tinha 3% ou 4%, e os três foram governadores”, pontuou.
A pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (27) aponta que o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), alcançou 61% de aprovação, registrando um aumento de sete pontos em relação a dezembro de 2024. O levantamento, que ouviu 1,2 mil pessoas entre 19 e 23 de fevereiro, indica, no entanto, que Rodrigues ainda está atrás de ACM Neto (União) na disputa pelo governo em 2026.

