A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou neste domingo (28) que o relatório da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), ligada à Organização dos Estados Americanos (OEA), desmente de forma contundente as acusações feitas por Jair Bolsonaro e por seu filho, Eduardo Bolsonaro, sobre a existência de uma suposta “ditadura” no Brasil.
Segundo ela, o documento reforça a solidez das instituições democráticas brasileiras e enfraquece a narrativa levada ao exterior por lideranças bolsonaristas. De acordo com Gleisi, o relatório tem peso político e institucional relevante ao afirmar que o Brasil realiza eleições livres e justas, conta com separação de poderes e mantém arranjos constitucionais que garantem a proteção dos direitos humanos. Para a ministra, o reconhecimento internacional também legitima a atuação da Justiça brasileira e reforça a responsabilização dos envolvidos em tentativas de ruptura institucional após as eleições de 2022.

