A Comissão Mista de Orçamento (CMO) adiou mais uma vez a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, que estava prevista para esta terça-feira (21/. A decisão foi tomada após pedido de líderes governistas, que ainda não chegaram a um consenso com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre alternativas fiscais para compensar a derrubada da Medida Provisória 1.303/25, que previa mudanças no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
O presidente da CMO, senador Efraim Filho (União Brasil-PB), foi o responsável por suspender a deliberação. O relatório preliminar do deputado Gervásio Maia (PSB-PB) prevê um superávit de R$ 34,2 bilhões, valor que agora está em risco sem a MP do IOF. A LDO é essencial para definir como o governo federal organizará o orçamento do ano seguinte, incluindo metas fiscais e limites de gastos. Ainda não há nova data para votação.

