A candidata ao Senado, Professora Delliana Ricelli (PSOL), celebrou, nesta sexta-feira (21), ter alcançado 7% das intenções de voto em dois, conforme a pesquisa Data Trends. O percentual representa crescimento de dois pontos percentuais em relação aos 5% registrados pelo Real Time Big Data no último dia 11. Para Delliana, a evolução indica que sua candidatura passou a alcançar uma parcela maior do eleitorado baiano.
“A Bahia está mostrando que quer uma nova voz no Senado. Representamos uma parcela da população que, mesmo sem as grandes estruturas e sem as velhas máquinas da política, tem o direito de ocupar os espaços de poder. Cada ponto que avançamos demonstra a necessidade de ampliarmos a participação no debate político de mulheres, professoras, negros e pessoas do interior. A Casa Alta do Congresso Nacional é carente de representação e as políticas públicas deixam de ser feitas por nós e para nós”, destacou.
Outro dado destacado pela candidata é o percentual de eleitores que ainda não definiram o voto para o Senado. Segundo o levantamento Data Trends, 16% dos ouvidos não souberam indicar um candidato. “Não podemos ignorar que quatro dos candidatos mais bem posicionados nas pesquisas estão na política há décadas, portanto, são conhecidos pela população. São dois ex-governadores, um senador de mandato e um ex-ministro bolsonarista. Se 39% da população rejeita estes nomes e, portanto, não decidiu o voto, podemos ocupar este espaço. Vamos lutar para que estas pessoas se somem à nossa causa e isso será feito a partir do momento em que conhecerem nosso projeto”, analisou.
Única mulher na disputa pelo Senado na Bahia, Delliana tem concentrado a campanha em pautas como ampliação da participação feminina nos espaços de decisão, defesa dos trabalhadores, combate às desigualdades, educação e representação política de grupos historicamente afastados do poder.
Alcançar 7% também foi destacado pela campanha como indicativo de crescimento da candidatura. “Nossa candidatura está crescendo porque as pessoas estão entendendo que não precisam escolher sempre os mesmos nomes. Nós estamos aqui para mostrar que é possível mudar a fotografia do poder”, finalizou.

