A defesa do ex-assessor presidencial Filipe Martins informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o último acesso à conta dele no LinkedIn ocorreu em setembro de 2024, antes da imposição das medidas cautelares. Com base nessa alegação, os advogados solicitaram a revogação da prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes.
Segundo a petição encaminhada à Corte, a movimentação na conta teria sido feita por um advogado contratado para atuar em processos de Martins nos Estados Unidos, o que, na avaliação da defesa, descaracterizaria o descumprimento da proibição de uso de redes sociais. Ainda assim, Moraes entendeu que houve violação da cautelar, já que a própria defesa admitiu o uso da plataforma, mantendo a decisão de prisão.

