A defesa de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, afirmou nesta quinta-feira (5) que o vazamento de informações sobre uma suposta movimentação de R$ 19,5 milhões atribuída a ele configura “crime grave”.
Em nota, os advogados declararam que não tiveram acesso aos documentos divulgados e que, por isso, não é possível verificar a existência, veracidade ou o conteúdo detalhado das informações. Segundo a defesa, nem Lulinha nem sua equipe jurídica receberam os documentos encaminhados à CPMI ou aqueles que teriam sido repassados à imprensa.
Os extratos vazados dão conta de movimentações financeiras entre o período de janeiro de 2022 e janeiro de 2026.
O comunicado também sustenta que não há qualquer menção a elementos relacionados às fraudes no INSS, objeto da investigação que motivou a quebra de sigilo.

