Um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) revelou fragilidades na avaliação da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest) sobre os planos de previdência complementar das estatais. A auditoria, que abrange o período de 2021 a 2023, apontou falhas na análise dos custos financeiros e riscos relacionados às mudanças nos regulamentos de fundos de pensão como Previ, Petros e Funcef. O documento sugere a atualização normativa da Sest para melhorar os processos de avaliação desses benefícios.
A CGU identificou que a Sest não se posicionou adequadamente sobre os custos e riscos financeiros das alterações propostas, o que compromete a capacidade de fiscalização das estatais. Em um exemplo do Banco do Brasil, por exemplo, não houve manifestação sobre os impactos financeiros de mudanças no regulamento do Previ Futuro, o que levanta preocupações sobre a fiscalização e a sustentabilidade desses planos. O relatório recomendou melhorias nas práticas de avaliação e uma maior padronização dos processos.

