A prefeita de Lauro de Freitas, Débora Regis (União), e o deputado federal Capitão Alden (PL), não estão se falando. O motivo da discórdia teria sido o descumprimento de um acordo.
Durante a campanha, em troca de ajuda financeira, via partido, Alden queria que Débora, caso fosse eleita, mantivesse cinco pessoas em cargo comissionado indicadas por ele a Moema Gramacho (PT), antecessora de Débora.
Alden conseguiu os empregos após doar uma retroescavadeira ao município de Lauro na gestão da petista.
Relatos dão conta de que Débora demitiu os ‘apadrinhados’ de Alden, e quando foi questionado sobre as demissões, disse que precisava enxugar a máquina administrativa. Outro acordo que teria sido quebrado por Débora diz respeito ao comando da Secretaria de Segurança. O acordado era Alden indicar o nome para a pasta, o que não aconteceu.
Irritado, o deputado federal bloqueou Débora no aplicativo de mensagem Whatsapp. No entanto, o ‘block’ é o fato menor. Alden, segundo fontes, deve cancelar o provisionamento de emenda de R$1 milhão para Lauro de Freitas.
O Aqui só Política tentou falar com Alden, mas não conseguiu. O espaço está aberto para o posicionamento dos dois.
Fight entre Teobaldo Costa e Matheus Reis
Por falar em Lauro de Freitas, a relação entre o presidente municipal do União Brasil, Teobaldo Costa, e o vice-prefeito, Mateus Reis, está cada dia pior. No 2 de Fevereiro, dia de Iemanjá, ambos discutiram pesado, com direito a dedo em riste e palavras de baixo calão. Quem presenciou o episódio disse que a situação não foi pior porque a turma do deixa disso entrou em ação.
Ciumeira no Thomé de Souza
O Aqui só Política trouxe a informação de que o genro de Marcelo Nilo, Gustavo Aciole, pode ganhar um cargo na prefeitura de Salvador. Ele, Nilo e Bruno Reis almoçaram juntos e o assunto era o prato principal. A movimentação gerou ciúme em outros aliados que querem o mesmo tratamento. Um dos queixosos é Adriano Meireles.
Jean Sacramento caminha para assumir sub-secretaria de Saúde
A conversa entre Bruno Reis e a cúpula do PSDB – leia-se o presidente da Câmara, Carlos Muniz, e o presidente nacional do partido, deputado federal Adolfo Viana – , teve um avanço. O prefeito não cederá apenas o comando das secretarias de Gestão (Semge) e de Saúde (SMS). A sub também entrou no radar.
Informação chegada a esta colunista dá conta de que o titular da Semge, Rodrigo Alves, assumirá a pasta da Saúde. O chefe de gabinete de Muniz, Diego Brito, caminha para assumir a Semge.
O ouvidor-geral da prefeitura, Jean Sacramento, deve ser sub-secretário de Saúde. Ele já foi chefe de gabinete da SMS na gestão Leo Prates.
A conversa que circula no entorno de Bruno é que ele vai anunciar as alterações no secretariado entre esta quarta (5) e a próxima segunda (10).

