O deputado Emerson Penalva (PP) afirmou, em nota divulgada neste domingo (30), que a coordenação da campanha do ex-prefeito e candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), não teve responsabilidade no episódio envolvendo duas mulheres nuas em um carro de som durante uma caminhada realizada na última sexta-feira (28), em São Cristóvão, em Salvador.
Após a repercussão das imagens nas redes sociais e em veículos de comunicação, o parlamentar disse que a iniciativa partiu de um eleitor e ocorreu sem autorização ou conhecimento prévio da coordenação da campanha.
“Após informações divulgadas nas redes sociais e em veículos de comunicação a respeito do episódio envolvendo duas mulheres em um carro de som durante a caminhada realizada na última sexta-feira (28), em São Cristóvão, venho a público prestar os devidos esclarecimentos. Isento totalmente a coordenação da campanha de ACM Neto de qualquer responsabilidade pelo ocorrido. A iniciativa partiu, de forma isolada e impensada, de um eleitor, sem qualquer consulta, conhecimento prévio ou autorização minha ou da coordenação da campanha”, diz o início da nota.
Penalva também lamentou o episódio e pediu desculpas às pessoas que tenham se sentido desrespeitadas ou desconfortáveis com a situação. “Lamento profundamente o episódio e peço desculpas pelo constrangimento causado a companheiros, companheiras e todas e todos da sociedade que possam ter se sentido desrespeitados ou desconfortáveis com a situação”.
O deputado afirmou ainda que sua trajetória pública e pessoal é pautada pelo respeito às mulheres e reafirmou o compromisso com esse princípio. “Ao longo da minha trajetória pública e pessoal, sempre pautei minha conduta pelo respeito às mulheres e reafirmo, neste momento, meu compromisso com esse princípio”.
Por fim, Penalva reiterou que o episódio não representa a forma como a campanha conduz sua atuação política. “Esclarecidos os fatos, reitero que situações como essa não representam a forma como conduzimos nossa construção política, baseada no respeito, na responsabilidade e no diálogo com a sociedade”, finaliza a nota.

