A defesa de Jair Bolsonaro admitiu ao STF que a arma apreendida por um militar do Gabinete de Segurança Institucional pertencia ao ex-presidente, mas sustentou que a posse do armamento era regular.
Segundo os advogados, a condenação de Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado não determinou a entrega de armas nem o cancelamento de registros em seu nome. “Bolsonaro, portanto, não se encontrava em situação irregular”, afirma a defesa.
Em manifestação enviada ao Supremo, os defensores também alegam que a equipe de segurança tornou a arma inoperante ao retirar o percussor, sem conhecimento prévio do ex-presidente, em razão de medicações psiquiátricas que poderiam afetar sua cognição.

