A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, que a pena de 27 anos imposta ao político seja cumprida em regime domiciliar. O recurso, protocolado nesta sexta-feira (21), argumenta que o estado de saúde do condenado o impede de ser levado à Papuda.
Os advogados afirmam que Bolsonaro sofre doenças permanentes, possui sequelas da facada de 2018 e necessita de acompanhamento médico intenso, incluindo tratamentos contínuos e possíveis intervenções cirúrgicas.
A defesa cita laudos médicos e pede que a medida seja concedida em caráter humanitário, com base no artigo 318, II, do Código de Processo Penal.

