O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, negou nesta quinta-feira que o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outros réus da trama golpista se tratou de “caça às bruxas”.
Segundo o ministro, as condenações foram baseadas em “provas documentais e confissões” que confirmaram a existência de um plano para assassinar o presidente eleito, o vice e um ministro do STF.
Barroso elogiou a atuação da Primeira Turma da Corte, ressaltando que o processo foi conduzido com “serenidade” e “transparência”.

