A Comissão de Anistia do Ministério dos Direitos Humanos deve voltar a analisar, na próxima semana, o pedido de reconhecimento de anistia política da ex-presidente Dilma Rousseff por abusos sofridos durante a ditadura militar. A análise do recurso está prevista para a sessão do próximo dia 22 e marca o início da revisão de decisões negadas durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), conforme informou o portal G1.
Em 2022, a comissão rejeitou por unanimidade o pedido da ex-presidente, que incluía o reconhecimento como anistiada e uma indenização mensal de R$ 10,7 mil. A defesa recorreu da decisão, e o recurso será agora apreciado sob a nova composição da comissão, remontada pelo governo Lula com a promessa de rever casos anteriormente indeferidos.
Militante contra a ditadura, Dilma foi presa e torturada na década de 1970. Atualmente, Dilma reside na China, onde preside o Novo Banco de Desenvolvimento, conhecido como “Banco do Brics”.

