A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira que o advogado e ex-ministro do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), Silvio Almeida, seja novamente notificado em uma queixa-crime movida por ex-servidoras da pasta.
Almeida chefiou o MDHC entre janeiro de 2023 e setembro de 2024, quando foi demitido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após denúncias de assédio e importunação sexual reveladas pelo movimento Me Too. O ex-ministro nega as acusações.
A ministra intimou as defesas das servidoras a se manifestarem em cinco dias, após a atualização do endereço de Almeida. A decisão corre em segredo de Justiça.
As informações são da CNN Brasil.

