Um relatório elaborado pela Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos aponta que o ex-presidente Juscelino Kubitschek pode ter sido vítima de assassinato durante a ditadura militar, contrariando a versão oficial de acidente automobilístico registrada em 1976. JK morreu no dia 22 de agosto daquele ano, junto com o motorista Geraldo Ribeiro, após uma colisão entre um Opala e um ônibus.
Segundo o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, o documento ainda está em análise e não foi votado pelos integrantes da comissão. A relatora do estudo, Maria Cecília Adão, não divulgou detalhes da investigação. A neta do ex-presidente, Anna Christina Kubitschek, afirmou que os elementos reunidos ao longo dos anos reforçam a necessidade de reavaliar as circunstâncias da morte de JK dentro do contexto político da época.

