A ministra da Cultura, Margareth Menezes, disse que o filme “O Agente Secreto” não utilizou recursos da Lei Rouanet, mecanismo que permite a pessoas físicas e empresas destinarem parte do Imposto de Renda a projetos culturais aprovados pelo ministério.
Segundo a ministra, o cinema nacional conta com um sistema próprio de financiamento por meio do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), administrado pela Agência Nacional do Cinema (Ancine).
Em entrevista coletiva, Margareth afirmou que o setor audiovisual “se autossustenta” e classificou como “mesquinhas” as críticas direcionadas ao longa.
“O audiovisual brasileiro está em um momento maduro e bonito. É um momento para festejar, não para duvidar da nossa potência”, disse.

