A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro se consolidou como uma das principais figuras estratégicas do Partido Liberal (PL) desde que assumiu, em março de 2023, a presidência do PL Mulher. Sob indicação direta do presidente da sigla, Valdemar Costa Neto, ela recebeu um orçamento mensal de R$ 860 mil, valor que tem provocado desconforto e críticas nos bastidores da legenda.
Segundo reportagem da Folha de S.Paulo publicada nesta sexta-feira (20), o investimento pesado na imagem de Michelle contrasta com a falta de apoio a outros nomes importantes do partido, como o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Apesar da resistência de parte do bolsonarismo, a ex-primeira-dama tem crescido em influência e é vista como potencial candidata à Presidência em 2026, caso Jair Bolsonaro continue inelegível.

