O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), está oficialmente fora do Exército. Segundo seu advogado, Jair Alves Pereira, o militar apresentou o pedido de baixa em 4 de agosto, optando por ingressar na “quota compulsória”, o que garante remuneração proporcional ao tempo de serviço prestado mesmo após a saída.
A informação foi confirmada durante o julgamento do ex-presidente Bolsonaro, nesta terça-feira (2), no Supremo Tribunal Federal (STF). Na ocasião, a defesa de Cid também solicitou à Corte a concessão integral dos benefícios previstos em seu acordo de delação premiada, cuja aplicação ainda depende da análise da Procuradoria-Geral da República (PGR).

