O ex-ajudante de ordens Mauro Cid solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o fim da pena de dois anos que lhe foi imposta no caso da trama golpista. A defesa argumenta que o período já foi cumprido em razão das prisões preventivas e medidas cautelares aplicadas desde maio de 2023.
Segundo os advogados, o tempo em que Cid esteve em recolhimento domiciliar noturno e em fins de semana, além da exigência de autorização para deixar Brasília, deve ser contabilizado na detração da pena. Eles pediram também a devolução de seus passaportes, a retirada da tornozeleira eletrônica e a restituição de bens apreendidos.
Apesar de ter firmado acordo de colaboração premiada, o ex-ajudante de ordens afirmou não desejar proteção da Polícia Federal no momento, mas deixou aberta a possibilidade de solicitar medidas de segurança futuramente. Ele mantém o plano de se mudar para os Estados Unidos com a família.

