Após sinalizar a intenção de deixar o governo, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, entrou no radar de uma possível substituição pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os dois se reuniram em 23 de dezembro, quando Lewandowski comunicou o desejo de deixar o cargo, mas foi solicitado a permanecer até a definição de um novo nome.
A saída é esperada até abril, prazo limite para a desincompatibilização eleitoral. Nos bastidores, a busca por um sucessor considera a necessidade de manter a interlocução do governo com o Supremo Tribunal Federal (STF), papel atribuído a Lewandowski após seus 14 anos como ministro da Corte.

