A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga fraudes no INSS ouviu, entre os dias 13 e 14 de outubro, o ex-presidente do instituto, Alessandro Stefanutto. Durante o depoimento, que durou cerca de 10 horas, Stefanutto reconheceu que benefícios podem ter sido concedidos de forma irregular, mas afirmou que não autorizou fraudes e destacou que implantou mecanismos de segurança como biometria e assinatura digital.
Apesar das declarações, parlamentares da CPMI, incluindo o relator Alfredo Gaspar (União-AL) e o presidente Carlos Viana (Podemos-MG), criticaram a atuação de Stefanutto à frente do órgão. Para eles, houve falhas de gestão no combate ao esquema criminoso que lesou milhares de beneficiários e causou prejuízos bilionários aos cofres públicos.
Informações do portal Metrópoles

