Empresas que tiveram participação de familiares do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli contaram, até 2025, com a presença de um fundo de investimentos ligado, de forma indireta, à estrutura financeira investigada no caso Banco Master. A conexão envolve o Arleen Fundo de Investimentos, que aparece em registros oficiais como sócio de empreendimentos associados a parentes do magistrado.
Documentos da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), da Receita Federal e balanços financeiros indicam que o Arleen manteve participação em empresas no interior do Paraná e, ao mesmo tempo, integrou uma cadeia de fundos que se relaciona com veículos financeiros apontados pelo Banco Central como parte de um suposto esquema de fraudes envolvendo o banco controlado por Daniel Vorcaro.
Informações do portal Folha de S.Paulo.

