A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, criticou a tentativa de golpe articulada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e afirmou que, caso o plano tivesse sido executado com sucesso, ela estaria presa. A declaração foi feita neste domingo (30), durante uma conferência literária no Rio de Janeiro, onde a magistrada ressaltou a gravidade da trama golpista.
Cármen Lúcia também revelou que documentos apresentados como prova mencionavam ordens para “neutralizar” ministros do Supremo e políticos. Entre os detalhes expostos no julgamento, esteve o plano “Punhal Verde Amarelo”, que previa o assassinato do ministro Alexandre de Moraes e de Lula e Geraldo Alckmin, então presidente eleito e vice-presidente eleito.

