O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT), teria indicado ao presidente Lula (PT) que aceita disputar o Ministério da Saúde na próxima reforma ministerial, mesmo que isso signifique abrir mão de sua candidatura à reeleição como deputado federal em 2026. A sinalização busca superar resistências dentro do próprio governo, já que a necessidade de desincompatibilização em abril de 2026 poderia ser um entrave para sua nomeação.
Além de Padilha, outro nome forte para a sucessão de Nísia Trindade é o de Arthur Chioro, ex-ministro da Saúde no governo Dilma e atual presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH). A disputa pelo comando da pasta é estratégica, considerando seu alto orçamento e influência política dentro do governo.

