O governador Jerônimo Rodrigues (PT) cumpre uma série de reuniões em Brasília para ampliar os investimentos federais na Bahia. Desde terça-feira (3), o chefe do Executivo estadual está na capital federal acompanhado de secretários, em busca de recursos e soluções para pendências junto ao governo federal.
A articulação inclui a assinatura de convênios e a tentativa de captar verbas que não foram utilizadas por outros estados e podem ser redirecionadas a novos projetos no fim do exercício financeiro.
Segundo o secretário de Relações Institucionais, Adolpho Loyola, a estratégia é negociar diretamente com os ministros para garantir investimentos adicionais. “A estratégia é fazer a articulação em Brasília, negociando na mesa diretamente com os ministros, para aproveitar a oportunidade de conseguir esses investimentos adicionais”, explicou.
Após conceder entrevistas a veículos da imprensa nacional na terça-feira, Jerônimo iniciou a agenda de reuniões na quarta-feira (4). Ao longo do dia, esteve em seis ministérios: Transportes; Educação; Integração e Desenvolvimento Regional; Defesa; Portos e Aeroportos; e Saúde.
Durante a reunião no Ministério de Portos e Aeroportos, o governador assinou um convênio para a estruturação da Via Navegável do Rio São Francisco. A iniciativa busca ampliar as alternativas de transporte de cargas e facilitar o escoamento da produção baiana.
“Nós hoje transportamos grãos, frutas e algodão por rodovias. A estruturação de uma hidrovia abre novas possibilidades para o escoamento da produção baiana”, afirmou.
Nas demais agendas, foram discutidas demandas relacionadas à manutenção de rodovias, à construção de novas policlínicas e à ampliação dos recursos destinados à Educação.
A agenda do governador em Brasília continua nesta quinta-feira (5), com reuniões previstas na Casa Civil da Presidência da República e no Ministério das Cidades. Além de Adolpho Loyola, integram a comitiva os secretários estaduais Eracy Lafuente (Casa Civil), Saulo Pontes (Seinfra), Roberta Santana (Sesab), Marcius Gomes (SEC) e Luciano Suedde (Secom).

