A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar adiar a implementação das mudanças na jornada de trabalho e no fim da escala 6×1. O pedido será analisado pelo ministro Flávio Dino, definido por sorteio nesta quarta-feira (4).
A entidade questiona o calendário de transição e solicita que a primeira etapa, prevista para 16 de dezembro deste ano, seja transferida para 16 de outubro de 2027. A CNC também defende que a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem corte salarial, entre em vigor apenas em outubro de 2028.

